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TEAMAR — Exames laboratoriais e TEA: como tornar a coleta mais acolhedora?

Banner do projeto TEAmar

Para algumas pessoas, uma coleta de sangue é apenas uma etapa rápida de um exame. Para outras, pode representar um momento de grande desconforto.

Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem apresentar diferentes respostas a ambientes, sons, luzes, cheiros, contato físico, espera e situações desconhecidas. Isso significa que não existe uma única maneira de conduzir a experiência da coleta.

Existe, antes de tudo, uma pessoa que precisa ser compreendida.

A preparação pode começar antes de chegar ao laboratório

Conhecer previamente algumas características do paciente pode ajudar a equipe a organizar uma experiência mais adequada.

Como ele reage ao toque? Existe sensibilidade a determinados sons? Tem dificuldade em permanecer em ambientes com muitas pessoas? Já realizou coleta anteriormente? Alguma estratégia costuma ajudá-lo em procedimentos de saúde?

Essas informações podem contribuir para reduzir situações inesperadas.

Menos pressa, mais previsibilidade

Explicar o que vai acontecer, utilizar uma linguagem compatível com a compreensão do paciente, reduzir estímulos quando possível e respeitar o tempo de adaptação são medidas que podem tornar o atendimento mais acolhedor.

Recursos visuais, objetos familiares e participação do acompanhante também podem ajudar em determinadas situações.

Mas é importante lembrar: cada pessoa com TEA é única. Uma estratégia que funciona muito bem para uma pessoa pode não ser adequada para outra.

Segurança também significa individualizar o cuidado

Um atendimento tecnicamente correto não precisa ser impessoal.

Na assistência à saúde, segurança envolve identificação, procedimentos adequados e qualidade técnica, mas também comunicação e respeito às necessidades individuais.

É nesse contexto que surge o Neolab TEAMAR, uma proposta voltada a tornar a experiência laboratorial mais acolhedora para pessoas com TEA e suas famílias.

Mais do que realizar uma coleta, o objetivo é compreender que diferentes pessoas podem precisar de diferentes caminhos para chegar ao mesmo cuidado.

Acolher também faz parte da qualidade.